Boanerges
26/01/2010 00:03

CASACA-DE-COURO

colegas,desde os idos de 75, com 11 anos, comecei a ler sobre ecologia, influenciado pelo meu pai, que lia muito. O primeiro livro foi "Terra um planeta inabitável?", editado pela bibliex.O tempo passou, li vários livros sobre o tema. Pelos idos dos anos 80, Ignácio de Loyola Brandão escreveu "Não verás país nenhum", já sob uma visão bem pessimista num mundo onde o sol imperava,onde não existiam mais árvores e a população vivia sob galpões para não morrerem de ensolação. Por diversas ações do homem, a natureza foi mudando, trazendo incertezas. O resto é o que a gente vê pela imprensa: tsunamis, terremotos, efeito estufa, desmatamento etc...
Mas lá num pequeno rincão do agreste-quase-sertão no município de Serrinha, ainda quase intocado pela devastação do homem, encontrei um ninho de casaca-de-couro, "atrepado" no pé de algaroba ao lado do curral.
A casaca-de-couro, que possui um dos cantos mais bonitos da nossa ornitologia, está lá reinando e tenho certeza que sou um privilegiado, que todos os domingos vejo seu canto e tranquilidade, que vou proteger sempre.
Quem não conhece, pode agendar uma visita, não paga nada, avise antes para eu pode matar um "bode" pra gente comer o picado com cachaça da boa...

Abços verdes

enviada por Boanerges



21/01/2010 10:46

Sobre vinho, capaccio e uma mulher apaixonante

Amigos das peripécias gastronômicas, que necessariamente não significa gastos astronômicos, acabo de degustar um tinto italiano com carpaccio, bem ali no Corsário em Petrópolis.
Dia desses, ao lado da minha companheira de viagem, enveredei pelo guia Solto na cidade (www.soltonacidade.com.br) e dei de cara com o Restaurante e Bar Corsário.
Na aba soltogourmet, peguei o telefone, anotei o endereço e telefonei.
Peguei a via costeira, proseando que fui até lá.
Um cardápio abrangente, com a especialidade do dia e sempre a variedade de sanduiches.

Pela noite, 20h, chegamos e pedimos.
A ocasião merecia um vinho em homenagem a musa que me acompanhava, aceitei.
Daí para frente a conversa que se seguiu não seria de bom tamanho dividir com vocês, caros leitores, fica o registro de que o lugar é bom, agradável, aconchegante e bom de se estar.
Fica a idéia, e lá também você pode apreciar um...peça o cardápio, tem muita coisa.
Fomos. Gostamos. Vamos?
Natal(RN), 18.01.2010

Boanerges Cezário


enviada por Boanerges



20/12/2009 05:13

ABC, sem empreender não dá...

Everaldo,
Espera-se de Rubens Dantas, por ser um empresário, que o Frasqueirão seja utilizado por quem quiser e puder pagar.O Futebol moderno, e as grandes equipes já praticam isso há muito tempo, tem que ser encarado como empreendimento. Por sua vez, os dirigentes tem que ter visão empreendedora. A Emoção comum ao torcedor deve ficar no calor interno dos jogos. Acaba a partida, mas a Folha de Pagamento perdura, os fornecedores, os atletas também precisam receber em dia. O Torcedor precisa frequentar o estádio, pagar sua contribuição , para que o alvinegro possa planejar suas contratações e não contratar só quando o time estiver bem. Ganhando ou perdendo o torcedor precisa acreditar. É preciso ter uma equipe com constância, um técnico que dure pelo menos uma temporada. O que acaba com o ABC é esse negócio de mudar o time toda hora por falta de dinheiro , por não ter condições de manter o elenco. Sou um torcedor antigo do que tempo em que se sabia de cor a escalação do time. Hoje tá dificíl. Que se mude a escalação, mas que se contrate atletas de talento, pois na verdade o ABC precisa de resultados positivos, mas sem dinheiro e com visões “românticas” como a do conselheiro que não quer ceder o Frasqueirão ao América não dá...

enviada por Boanerges



16/03/2009 11:10

CAPITALIZAÇÃO DE JUROS

CONSUMIDOR INTELIGENTE NÃO PAGA JUROS


Está em andamento no STF a ADI nº 2.316/2000, que tem como objeto a declaração de inconstitucionalidade da Medida Provisória 2.170/01, que autorizou a capitalização mensal de juros nos contratos bancários e de financiamento congêneres.

Há para alguns jus-economistas normalidade para tal cobrança. Para o consumidor desavisado e que não planeja suas compras é o pior negócio que ele pode fazer, caso necessite tomar um empréstimo para qualquer fim.

Um contrato na prática fica oneroso e encarecido porque há muito tempo o consumidor brasileiro deixou de comprar à vista, que lhe dava certo poder de negociação.

As lojas e financeiras estão mais preparadas para a venda à prazo porque ali estão cobrando juros de juros, ou seja, cobram juros de um montante que a instituição financeira não emprestou.

Para Jansen Fialho de Almeida “...milhares de consumidores, cidadãos, têm na via da ação revisional de contratos bancários buscado a máquina judiciária, sem, contudo, obterem posicionamento definitivo sobre o tema, qual seja a possibilidade de se capitalizar juros (cobrar juros obre juros), sejam na vai do puro anatocismo ou na interpretação e aplicação da denominada tabela price. O mesmo se diga nos contratos regidos pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação). Reclamam um posicionamento definitivo da Justiça” (In Direito & Justiça, Brasília, 09 de março de 2009, pg. 1).

É de se concordar com o douto Magistrado, pois a capitalização realmetne se paga ao credor, incorporando os juros de um período sobre determinado capital para no período subseqüente, calcular novos juros, agora já sobre o montante do capital somado a juros do período anterior.

No entanto, observa-se que as financeiras estão expondo o seu produto em face da falta de planejamento dos consumidores, que se guardassem dinheiro para comprar à vista, os bens seriam bem mais baratos.

Assim, numa teoria do dominó, o fabricante de um bem precisa de dinheiro para ampliar a produção, dinheiro esse com juros capitalizados, que aumentam o preço final do produto. Após esse processo, vem a venda, que o consumidor também sem o hábito de poupar pede dinheiro emprestado e “alimenta” o mercado financeiro com os juros pagos, comprando o produto.
Por isso, se o consumidor observasse bem as artimanhas financeiras do mercado, antes de comprar deveria usar uma calculadora e ver realmente quanto custa o bem que ele está comprando.
Se souber fazer isso, ele retirará a “gordura” dos juros e comprará o bem pelo valor realmente de mercado, mas para isso, o consumidor precisa planejar, poupar e pechinchar.


enviada por Boanerges






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